Renda Brasil deve ser lançado até o mês de agosto
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Segundo senador, Renda Brasil está passando por últimos detalhes antes de ser lançado em meados do mês de agosto.
Programa substituirá diversos benefícios. – Foto: Palácio do Planalto
De acordo com o senador Fernando Bezerra (MDB – PE), líder do governo no Senado, o Renda Brasil deve ser lançado até o mês de agosto de 2020. No momento, o governo estaria acelerando o passo para acertar os últimos detalhes do programa de distribuição de renda que substituirá diversos programas sociais como o Bolsa Família, por exemplo.
A ideia do presidente Jair Bolsonaro é que o anúncio oficial seja feito o mais rápido possível. Bolsonaro quer que o Renda Brasil seja lançando durante os pagamentos do auxílio emergencial e antes que o Congresso consiga se organizar para aprovar uma medida semelhante ao programa. Sendo assim, a ideia seria vinculada ao seu nome.
Em entrevista ao Valor Econômico, o senador afirmou que o lançamento deve ser feito até o dia 14 de agosto. Esta seria, na visão do parlamentar, uma maneira encontrada pelo presidente para se manter forte para as próximas eleições. “Com o Renda Brasil, Bolsonaro vai ter as condições de fato de disputar as eleições com chance de ser o primeiro colocado em 2022”, disse Fernando Bezerra.
Bolsonaro deseja aproximação com mais pobres
O principal motivo da criação do Renda Brasil seria o de que Bolsonaro quer se aproximar da camada mais pobre da população brasileira, principalmente na região Nordeste, onde na última eleição, houve muita resistência ao seu nome.
Com o Renda Brasil, teoricamente, o presidente irá retirar o programa Bolsa Família, normalmente associado ao ex-presidente Lula, do cotidiano das pessoas e colocaria o seu benefício no lugar. Sendo assim, ao receber o dinheiro, a pessoa remeteria o auxílio governamental ao novo presidente, o que no futuro pode significar um apoio popular.
Renda Brasil pode sofrer problemas no Congresso
Entre as propostas para a criação do Renda Brasil, estaria a exclusão de benefícios como o abono salarial e o seguro defeso, por exemplo. O governo considera que é preciso respeitar o teto de gastos e que esses programas poderiam ser extintos por não serem considerados eficientes. Ao mesmo tempo há a preocupação de haver resistência no Congresso justamente pela exclusão dos benefícios.
É preciso lembrar que o Renda Brasil, após lançado, necessita de uma aprovação do Senado e da Câmara dos Deputados. O senador Humberto Costa (PT-PE) afirmou que, por enquanto, não há informações suficientes sobre o programa e que o Congresso irá opor ao governo caso o Renda Brasil retire pagamentos como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou aposentadoria rural.
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