Greve dos Correios marcada para esta terça-feira
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Greve dos Correios marcada para esta terça-feira tem como motivo o que a categoria considera como redução de direitos trabalhistas.
Greve foi marcada para esta terça-feira (04/08). – Foto: Wikimedia Commons
Uma greve dos correios está marca para esta terça-feira (04/08). Ela foi confirmada pelos funcionários da empresa como uma forma de protesto em relação ao corte do que a categoria considera como direitos trabalhistas.
Recentemente, o presidente dos Correios, Floriano Peixoto, afirmou que a categoria precisava passar por mudanças com o objetivo de se fazer cortes nos gastos por causa da pandemia provocada pelo novo coronavírus (COVID-19). Além disso, ele chegou a dizer que os direitos seriam na verdade benefícios que não fazem parte da CLT.
A fala não foi bem recebida pelos funcionários e nem pela Federação Nacional dos Trabalhadores da Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect). Em nota, a Fentect afirmou que “trabalhadores dos Correios têm os menores salários entre todas as estatais, com o início de carreira de R$ 1,7 mil, enquanto a elite dos Correios vem praticando salários para indicações políticas. Apenas com o salário do presidente Floriano Peixoto, o custo anual chega a R$ 1.128 milhão”.
Quais são as mudanças propostas?
Entre as reduções que a cúpula dos correios quer fazer estão alterações na licença maternidade, cortes no adicional de férias, adicional noturno e outros benefícios. Se a mudança for aprovada, até mesmo indenização por morte ou invalidez e pagamentos de multas dos funcionários serão retirados.
Segundo os diretores dos Correios e quem defende as propostas de cortes ou mesmo de retirada de benefícios, a economia gerada seria de R$ 600 milhões em um ano.
A queda de braço entre a diretoria dos Correios e os funcionários deve parar no Tribunal Superior do Trabalho (TST). O governo quer entrar com um recurso com o objetivo de impedir que a greve seja feita.
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Privatização dos Correios também está em jogo
Não é segredo que o ministro da Economia deseja privatizar diversas estatais ou empresas que o governo possui ações de forma majoritária, sendo que entre elas estão os Correios. A ideia é mal vista pela maior parte dos funcionários e também pela Federação dos Correios que emitiu nota repudiando a ideia de Guedes.
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