7 segredos do diálogo familiar para render nos estudos para provas e concursos durante a quarentena
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Sou Alessandro Sanchez. Advogado e Mestre em Direito. Professor de Direito Empresarial do Estratégia Concursos e Carreiras Jurídicas. Especialista em Oratória e Argumentação Jurídica, tendo ministrado diversos cursos acerca do assunto em empresas e universidades de todo o país.
Está difícil render nos estudos com a família toda dentro de casa? Eu vou te ajudar.
Note você, que preparo alunos para OAB e Concursos ao longo de aproximadamente 20 (vinte) anos. Atualmente, tenho trabalhado ao lado de minha esposa e filhos, algo que tem se mostrado satisfatório, mas não sem a exigência de muito diálogo e ajustes.
Vamos lá (!)
As diversas objeções sobre estudar em casa com obstáculos, são parte integrante da vida de todos que queiram a aprovação em provas e concursos que exigem alto rendimento. Este artigo busca enfrentar pontos que tornaram-se ainda mais críticos ao longo deste período. Aliás, o enfrentamento é a solução.
Um dos pontos de maior importância para o rendimento nos estudos é o ambiente em que se vive, e principalmente, o ambiente em que se convive. Aproveito para parafrasear o genial Mário Quintana: “A arte de viver é simplesmente a arte de conviver… simplesmente, disse eu? Mas como é difícil!
Não são muitos os casos em que a pessoa vive sozinha. Além disso, é sempre válido lembrar que em determinadas situações, aqueles que estão longe conseguem atrapalhar mais do que os próprios conviventes. Esse diálogo também deverá ser utilizado para a convivência virtual.
1. A preparação para o diálogo
O diálogo com a família deve contar com a sua habilidade nas primeiras palavras utilizadas para o debate. Caso você perca a mão no começo, todo o restante ficará prejudicado.
Durante a preparação, recomenda-se o básico da boa convivência: A empatia. A regra básica da preparação de todo o discurso está na utilização do linguajar adequado a cada ouvinte. Em casa, não é diferente. Além disso, reflita sobre quais problemas cada familiar está passando nesse período e busque um discurso não invasivo, como a seguir:
“Carlos, estou precisando de um bom papo contigo. Preciso de ajuda, nada demais. Será que você separa uns minutos para isso?” Se a resposta for negativa, estudo o momento adequado. Vale o esforço. Está em jogo a boa convivência e a paz em seus estudos.
Caso a resposta seja positiva, siga adiante no linguajar que é de costume, de forma natural: “Cara, estamos vivendo um momento de maior tempo de convivência, sinto a necessidade de perguntar se posso fazer ou deixar de fazer algo para ajudá-lo nesse período, muito embora a conversa não pare aí”.
2. Esteja um passo a frente;
Nesse momento, esteja pronto para eventuais objeções. Se a pessoa é a barulhenta da casa, e você já sabe que nesse momento é possível que o papo vire um tumulto, esteja preparado para fazê-lo jogar no seu campo e quebre o gelo. Segue importante dica no próximo parágrafo.
A expressão de seu corpo deve ser de concordância, um sinal positivo de diálogo. “Pai, sei que não tenho direito de lhe pedir muita coisa, mas gostaria de compartilhar a alegria desse projeto, e para isso, preciso de muito estudo. Aliás, mais do que isso, preciso muito de sua compreensão e me constrange atrapalhar o seu merecido filme em alto e bom som.” Nada estará resolvido, mas você está preparado para entrar no ponto crítico sem tumulto. Isso depende mais de você, pois estará um passo a frente por ter se preparado;
Caso você esteja se perguntando se isso dá certo em todos os casos, a resposta óbvia será NÃO! Acima, citei uma de diversas possibilidades e ninguém melhor do que você para estabelecer pontos de empatia com os seus conviventes.
3. Esteja aberto(a) a ouvir e fazer concessões;
Algumas pessoas gostam muito de falar, mas não são acostumadas a ouvir. Tem coisas no relacionamento ou no comportamento do outro que estão te incomodando? Fale!
Mas esteja aberto para ouvir também, porque provavelmente o seu comportamento também poderá ser um incômodo para o outro.
Imagine se só você expressar seus sentimentos, mas barrar o outro? Não será possível pedir colaboração, caso as suas atitudes sejam egoístas.
4. Demonstre interesse;
Ninguém merece tentar partilhar algo com uma pessoa e esta ficar apenas no “aham”, “ok”, “legal”… Não há nada mais desagradável do que se abrir para um diálogo e não notar o menor interesse ou atenção da outra parte. O gatilho da reciprocidade é um dos elementos mais poderosos na arte da boa convivência e persuasão.
5. Estabeleça relacionamentos de longo prazo;
O tempo passa e as conversas tornam-se cessam ou tornam-se mais frequentes e sérias. Contar os problemas, como foi o dia, ou qualquer outra coisa passa a ser mais fácil, caso se estabeleça conexão com as pessoas da casa. Sempre demonstre interesse nos problemas familiares, e de tempos em tempos, retome o assunto.
6. Compartilhe as pequenas conquistas
A busca de elementos de conexão com os familiares pode ser mais fácil do que se aparenta. Compartilhe as pequenas conquistas.
7. Seja grato.
A qualidade da energia que você coloca nos estudos sempre conta. Você e eu sabemos disso.
“Se algo merece ser feito, merece ser bem feito.” N. Pousin.
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