Auxílio emergencial ampliou a renda de famílias no Nordeste em 23,6%
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Governo apontou que houve crescimento de 23,6% na renda de famílias no Nordeste. Dados foram de pesquisa feita pelo IBGE.
Crescimento de renda foi maior no Norte e no Nordeste. – Foto: Concursos no Brasil
O governo federal divulgou que o auxílio emergencial ampliou a renda de famílias no Nordeste em 23,6%, a segunda maior alta entre as regiões. Para isso, foram utilizados dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios COVID-19 (PNAD COVID-19), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A região Norte foi a mais beneficiada proporcionalmente, com um crescimento de 26,2% na renda. No Centro-Oeste o aumento foi de 9,3%, enquanto no Sudeste foi de 8% e por fim, 6,2% no Sul. No Brasil, a renda média foi elevada em 11,7% para as pessoas que receberam o auxílio emergencial.
O governo aproveitou para divulgar que o rendimento mensal por pessoa na região Norte passou para R$ 874,28 contra R$ 707,35, antes da pandemia. No Nordeste a renda média dos beneficiários saiu de era de R$ 687,77 e passou para R$ 868,29.
De acordo com o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, os dados apontam que o benefício está contribuindo para que os problemas causados pela pandemia sejam reduzidos. “Esses resultados demonstram que o trabalho do governo para reduzir o impacto da Covid-19 na vida das pessoas está fazendo a diferença, em especial para aquelas menos favorecidas e nas regiões mais pobres”, disse.
Quase metade dos domicílios receberam o auxílio emergencial
O auxílio emergencial está presente em 29,4 milhões de domicílios, número que representa 43% de todas as moradias do Brasil. De acordo com o governo, 65,3 milhões de cidadãos receberam o benefício, sendo que já foram gastos até aqui cerca de R$ 128 milhões de reais. É estimado que os custos totais do auxílio emergencial fiquem em torno de R$ 203 bilhões.
O benefício foi criado com o objetivo de mitigar os impactos econômicos decorrentes da crise do novo coronavírus (COVID-19). Pessoas consideradas socioeconomicamente vulneráveis pelo governo passaram a receber parcelas de R$ 600,00 mensais. No início, seriam pagas somente três parcelas, mas após pressão o governo estendeu para mais duas, totalizando cinco.
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