pessoas até 34 anos formam maior público
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Levantamento do governo indicou qual foi o público principal do auxílio emergencial em 2020 e detalhou os pagamentos.
67,9 milhões receberam o benefício.
Segundo o governo federal, a maior parte dos beneficiários do auxílio emergencial em 2020 foram pessoas com idade entre 18 e 34 anos. A informação foi divulgada no dia 08 de março, junto com um relatório.
O levantamento foi realizado pela Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação (SAGI), em conjunto com a Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (SENARC) e a Secretaria Nacional do Cadastro Único (SECAD) e tiveram autoria de Raquel Freitas e Marta Custódio, ambas do Ministério da Cidadania.
Público do auxílio emergencial
Conforme o relatório, o auxílio emergencial pagou ao menos uma parcela para 67,9 milhões pessoas. Do total, 38,2 milhões não faziam parte de programas do governo, 19,2 milhões eram do Bolsa Família e 10,4 milhões estavam inscritos no Cadastro Único.
Segundo a pesquisa 44% do total de beneficiários possuía entre 18 e 34 anos. Além disso, as mulheres foram uma parcela maior de quem recebeu o dinheiro, com 55%.
Entre quem fazia parte do Cadastro Único ou do Bolsa Família os números foram ainda maiores, com 70% e 62%, respectivamente. Os homens foram maioria (57%) entre quem não fazia parte de nenhum programa.
Segundo Raquel Freitas, os dados da pesquisa apontam que o auxílio emergencial beneficiou grupos de pessoas muito diferentes:
“No público do Cadastro Único, as mulheres já ocupavam em sua maioria o papel de chefe de família, o que sugere que elas compõem um perfil mais vulnerável. Mas, com a pandemia, os homens também acabaram sendo afetados. Como eles não estavam no Cadastro Único, nem no Bolsa Família, precisaram solicitar o Auxílio Emergencial via aplicativo em maior proporção”, explicou.
Auxílio emergencial em 2021
O governo federal, por meio da PEC Emergencial, pretende fazer novos pagamentos do benefício. No entanto, pela verba ser de R$ 44 bilhões, o auxílio emergencial 2021 deverá ser menor e ter regras diferentes. O governo trabalha com valores médios de R$ 250, mas dependendo da situação, os pagamentos podem ser maiores ou menores.
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